Lançamentos

16 de Agosto de 2019 – Sexta

16 horas – “Epopeia de Horácio de Matos – O Coronel da Chapada”, de José Walter Pires

17 horas – “Marcas do Tempo – Trecho de uma Expedição”, de Otoniel Fernandes 

 

17 de Agosto de 2019 – Sábado

16h – “A Última Flor da Terra”, de Adroaldo Almeida 

16h30 – “Antônio Burokô”, de Domingos Ailton 

17h – “Democracia Golpeada”, de Luiz Rogério Cosme

17h30 – “Levante, o sistema caiu”, de Daniel Lisboa

18h – “Alquimia das Palavras”, de Dirlêi Bonfim 

 

Local: Ateliê Silvio Jessé

 

Sobre os Autores

Adroaldo Almeida – Ele volta a participar da Fligê em 2019. Escritor, advogado e político, o baiano de Itororó é autor de um livro de poesias, “Nossos sonhos e nossa razão” (1986); um de contos,  “Até o fim dos dias e mais um domingo” (2011); e de dois romances: “O labirinto dos bárbaros” (2018) e “A última flor da Terra” (2019), que fazem parte de uma trilogia sobre o ciúme, a paixão e o amor. É membro da Academia de Artes, Ciências e Humanidades de Itororó.

 

Daniel Lisboa

 

Dirlêi Bonfim – Poeta, professor, escritor, compositor e músico, Dirlêi Bonfim é membro-fundador do Movimento Artístico e Cultural de Vitória da Conquista e recentemente lançou “Alquimia das palavras”, reunindo poesias e ensaios escritos sobre questões cruciais e atuais, provocando reflexões necessárias a quem, pensando no presente e no futuro, pretende a transformação do mundo. É autor também do livro de poesias “Diálogo Solitário”.

 

Domingos Ailton

 

José Walter Pires – Membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, o baiano José Walter Pires é escritor e poeta, amante da literatura popular nordestina. É autor de vários títulos e livros publicados, participou de antologias e coletâneas e editou mais de 100 cordéis, sobre temas variados, incluindo parcerias com grandes poetas da Bahia e de outros estados.

 

Luis Rogério Cosme – A trajetória de Luis Rogério Cosme Silva Santos é marcada pelo ativismo político e no controle social do Sistema Único de Saúde e pela defesa da saúde do trabalhador. No campo da arte, foi um dos formuladores do Movimento Cultural Metamorfista, no eixo Jequié-Feira de Santana (1989-1997). Publicou seu primeiro livro em 1996, uma obra político-poética, como classifica. No ano passado, publicou “Democracia golpeada – narrativa hematopoética pós-golpe”, uma coletânea de poemas que buscam interpretar a realidade social, política e econômica que se instalou no Brasil após o golpe de 2016.

 

Otoniel Fernandes


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